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Ele chegou!!!!!!!!!!!!

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A Juventude e Família de Schoenstatt de Atibaia tem muito o que comemorar. O mês de outubro foi imensamente abençoado: 97 anos de Aliança; chegada da Cruz e do Ícone da JMJ em nossa diocese, com presença marcante do Movimento de Schoenstatt e agora a chegada do OLHO DO PAI!!
Sim, o OLHO DO PAI.
No dia 20 de outubro o Santuário teve a alegria de receber, diretamente de Araraquara este presente do nosso Pai Fundador.
Desde o dia 5 de julho de 2009 o símbolo do Pai está percorrendo o mundo, peregrinando entre todos da Família de Schoenstatt, convocando-os para o jubileu de 2014!!!
O símbolo chegou em terras brasileiras no dia 5 de julho e permanece até dezembro.

A chegada aqui aconteceu no final da tarde. O Santuário estava lindo!! Flores marcavam o caminho até lá, tapete vermelho e o Pai na porta do Santuário, pronto para acolher a todos que chegavam!!!


Após ser levado para o Santuário, o símbolo foi levado para a capela onde houve uma missa. Os diversos ramos da Família de Schoenstatt Atibaia estavam representados.

Logo após a missa a Juventude ajudou com uma breve vivência explicando sobre o símbolo do Pai e seu significado na história da Igreja e para a Família de Schoenstatt!

Entendendo um pouco mais...


No dia 15 de outubro de 1967 o Pe. Kentenich presenteou este Símbolo do Pai - símbolo do cuidado amoroso e da condução de Deus Pai - à Família de Schoenstatt da Diocese de Trier, para guardá-lo representando toda a Família Internacional. Um ano mais tarde, inesperadamente, o Símbolo do Pai começou uma peregrinação mundial imprevista: com o falecimento do Pe. Kentenich, o símbolo começou a peregrinar pelos países que há muito tempo haviam esperado a visita pessoal do Pe. Kentenich depois de tantos anos separado do Movimento devido ao exílio imposto pela Igreja. Depois de alguns anos recorrendo esses países, o símbolo regressou a Schoenstatt e permaneceu sobre a custódia do Pe. Heinz Künster, sacerdote da Federação, como herança valiosa do Pai Fundador.

A Conferência 2014 sugeriu em fevereiro de 2011: "que brevemente inicie-se a peregrinação pelo mundo do Símbolo do Pai que foi presenteado pelo Fundador. Desejamos que em torno da sua presença, nossa Família se purifique e cresça na unidade para fortalecer-nos em nossa missão ao serviço da Igreja e da Sociedade".

Fonte: http://www.schoenstatt.org/pt/k2014/simbolo-do-pai.htm


O Pai me vê, o Pai me ama, o Pai precisa de mim!!

Qual é, pois, a originalidade do símbolo de Deus, em Schoenstatt?

Enquanto a arte e a literatura cristãs falam do olho de Deus, nós acentuamos que este é um olho do Pai. Nesta terminologia se expressa algo decisivo: esta é a missão de nosso Pai e Fundador, e todos nós participamos dessa missão de anunciar a imagem de Deus como a imagem do Pai. O olho de Deus não é o olho de um juiz severo, mas o olho de um Pai.
Certa vez, nosso Pai Fundador disse, aqui no Brasil, que este olho não é o do “policial”, que quer pegar-nos em flagrante. É o olhar amoroso do Pai que contempla seu filho querido. E nos ensinou que deveríamos viver da pequena verdade: “O Pai me vê, o Pai me ama, o Pai precisa de mim!”

Fonte: http://www.tabormta.org/simbolo_2011.html


Jufem: fique de olho. No dia 5 de novembro será nosso momento com o símbolo do Pai!! Devemos aproveitar, é uma oportunidade única. Quem participou do Congresso de Outubro já teve a alegria de ficar "pertinho" dele. Mas dia 5 é NOSSO momento, nossa vivência.

Para saber sobre a peregrinação, a recepção nos outros países e locais confira: http://www.maeperegrina.org.br/noticias/2014/simbpai.htm

E fiquem de olho no http://www.schoenstatt.org , sempre com notícias importantes da Família Internacional e das correntes rumo a 2014!


Informações: www.maeperegrina.org.br

Dilexit Ecclesiam (Ele amou a Igreja)

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Túmulo do Pai Fundador com o símbolo da Jufem que está peregrinando entre os regionais




No dia 15 de setembro de 1968 falecia o Padre Kentenich.

Nosso fundador se foi, mas deixou a todos nós uma grande missão: anunciar e viver Schoenstatt.

Em um tempo que tanto falamos sobre viver Schoenstatt para a Igreja vale recordar o ideal de sua vida, sua razão maior que ficou gravada em seu túmulo: AMOU A IGREJA. Se essa era sua meta de vida, devemos imitá-la.



Que nossa Juventude Feminina de Schoenstatt possa crescer se espelhando em seu exemplo. Ele foi pai, profeta, testemunha viva de fé e de confiança na divina providência e da obediência.
Que assim como o Padre Kentenich cada uma possa aprender a se deixar moldar pelas mãos da Mãe, a confiar cegamente na bondade e no amor de Deus por cada um de nós, a dar saltos na própria fé, a ser conforto para todos a nossa volta, a aprender a lutar contra nossos defeitos e crescer no nosso mundo interior, e principalmente, a buscar nossa santidade na vida diária, tornando o ordinário extraordinário!!! Quem nos dera conseguir compreender e viver toda essa herança que o Pai nos deixou!!! Mas não podemos desanimar: ele confiou na juventude, contava com nossa força, com nosso ardor!!!
Por isso, neste dia queremos dizer: Pai, tua herança, nossa missão! Vamos contigo!




Vamos neste dia rezar de forma especial a sua Oração de Canonização.

Aprofundando o Marco do 31 de maio

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Olá, Jufem! Como estão?


Hoje é um dia muito especial para a Família de Schoenstatt: celebramos o III Marco Histórico, o 31 de Maio. Em 2010 fizemos um post que nos situava em relação aos demais marcos de Schoenstatt e descrevia os acontecimentos deste dia e sua importância. Para quem não se lembra vale conferir!!!
Colocando de forma breve: o 31 de maio de 1949 marca a data em que o Pe Kentenich entrega à MTA, no altar do Santuário de Bellavista (Santiago – Chile), a primeira parte da carta-resposta que enviava aos bispos da Alemanha, esclarecendo objeções que um deles havia feito à Família de Schoenstatt e ao Instituto das Irmãs de Maria – o primeiro Instituto Secular de vida consagrada a ser fundado pelo Pai Fundador.
Desta vez vamos nos aprofundar em um sentido ainda maior em relação a este acontecimento da História de nossa Família: vamos conhecer a luta que o Pe. Kentenich iniciou naquele dia contra o “pensar mecanicista”, o problema central que incendiou este ato. Sua carta não é apenas uma resposta, é uma reflexão sobre uma profunda crise que ele identifica no mundo e na Igreja e busca questionar.
Não cabe a este pequeno texto tratar toda a profundidade deste acontecimento, mas vale a tentativa de trazer novos dados e instigar o desejo de saber, buscar mais sobre Schoenstatt e suas raízes.

Portanto, para entender melhor, primeiro vamos definir o pensar mecanicista e o seu oposto, o pensar orgânico e em seguida citar os três aspectos centrais do 31 de maio.

“PENSAR MECANICISTA: é um pensar mecânica e arbitrariamente, separa coisas que estão unidas;
PENSAR ORGÂNICO: é um pensar que vê as coisas no contexto desejado por Deus; enquanto às vezes analítico, não perde de vista que as partes analisadas precisam ser mantidas na perspectiva do seu todo orgânico.

O pensar mecanicista se inclina por ver a realidade segundo o modelo de um mecanismo ou máquina, que pode ser manipulada à vontade. O pensar orgânico, sadio, por outro lado, vê a realidade segundo o modelo de um organismo vivo, isto é, um organismo com uma específica ordem de inter-relações que devem ser respeitadas.

Se esse todo orgânico não é respeitado, a ação de pensar estará em perigo de cortar partes que pertencem umas às outras, e tornando a vida estéril e sem frutos.



O Terceiro Marco revela três aspectos centrais:

1. “Urgente compreensão”: é a aguda constatação do Pe. Kentenich de que a “muralha” do pensar mecanicista não estava mais confinada à Alemanha e significava uma ameaça mortal à Igreja e à sociedade.

2. “Dupla mensagem”: necessidade de vencer a ‘muralha’ do pensar mecanicista porque ele nega e cega o pensar moderno para a própria cura que necessita. O principal para essa cura é a revitalização dos dois relacionamentos-chave necessários para vencer a crise do amor e da auto-estima que atinge o homem hoje:
- a experiência de um relacionamento sobrenatural-natural sintetizada pela aliança com Maria;
- a experiência do relacionamento natural-sobrenatural, resumida pelo relacionamento com os pais e especialmente com um pai terreno, seja ele natural ou espiritual.

3. O início de uma impetuosa torrente de graças, a qual, à semelhança do 20 de janeiro de 1942 irá finalmente vencer a ‘muralha’."
(Fonte: O 31 de Maio, Pe. Jonathn Niehaus)


31 de Maio é Missão!!!
Conheça, entenda e faça parte dessa luta!!




Fica outra dica de video muito bom sobre o assunto: http://www.youtube.com/watch?v=mqf4ZAmM_p4
(não pode ser postado, por isso deixo o link!)
(Videos de Pedrinha Vaz)





Jaqueline - Juventude Feminina de Schoenstatt Atibaia


Fonte: Livro - O 31 de Maio - O Terceiro Marco, Pe. Jonathan Niehaus

20 de Janeiro - II Marco

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A Família de Schoenstatt é marcada por alguns momentos decisivos: o 20 de janeiro de 1942 é um deles. Poderia ser apenas mais um dia qualquer, mas nesse dia, o Pai Fundador dá um salto importantíssimo na fé.
Em 20 de setembro de 1941, o Pe Kentenich foi preso pela polícia secreta alemã (Gestapo). Com a prisão a sobrevivência do Fundador e da Obra de Schoenstatt estavam em risco. Porém, em janeiro de 1942 uma possibilidade passou a ser negociada e poderia livrar o Pe Kentenich do campo de concentração. Para isso seria necessário que um médico declarasse que ele sofria de um mal crônico do pulmão, desde os tempos do seminário.


Após discernir a vontade de Deus, o Pe Kentenich percebe que a providência lhe pede outro salto na fé: aceitar livremente a ida para o campo de concentração. Esse sinal seria um presente para a Família de Schoenstatt, a conquista da liberdade interior. Tal graça seria essencial para superar os difíceis desafios de tempos impessoais e coletivistas.


Essa data passa a ser para nós o segundo marco histórico, ou como o Pai Fundador o define: "eixo" em torno do qual a história de Schoenstatt gira. Após a decisão, o Pe Kentenich é mandado ao campo de concentração de Dachau.

(Portão de entrada do campo de concentração de Dachau, com a frase "O trabalho liberta")





As consequências do 20 de janeiro


Ao se abandonar na vontade do Pai, o Pe Kentenich recebe uma confirmação divina acerca da Obra de Schoenstatt. Sua sobrevivência e a dela até o final da guerra se tornam um "selo e uma confirmação da origem divina desta Obra dentro da Igreja".


O próprio Pai Fundador nos fala anos depois (1966):
"A decisão de 1942, de recusar livremente a assistência humana foi muito perigosa, pois - humanamente falando - me expunha à morte certa. Mas a confiança que estava por detrás dela era que a aliança de amor com Nossa Senhora era uma realidade. Se Nossa Senhora deseja que Schoenstatt continue a existir (Ela deve cuidar). Afinal de contas, toda a Obra era praticamente oferecida como penhor (por sua vitória); pois a Obra certamente ainda não estava o suficiente madura, naquela época, para continuar a expandir por si só. Esse era um poderoso, um perigoso salto mortal. (...)"



Resumidamente, pode-se definir a importância do 20 de janeiro para os anos seguintes em 3 consequências:

  1. A confirmação da origem sobrenatural de Schoenstatt e o aprofundamento da espiritualidade da Família.
  2. A mudança de estratégia do Movimento em relação à Igreja, buscando mover-se com muito mais energia e se inserir no cenário internacional.
  3. Reforça a relação entre o Pe Kentenich e a família de Schoenstatt, torna-o mais consciente de sua missão como Pai, unindo-se a família num "entrelaçamento de destinos".

Muito poderia ser dito sobre essa data, além disso, ela interfere diretamente nos acontecimentos futuros da Família de Schoenstatt, como por exemplo no 31 de maio. Porém, basta-nos refletir sobre esse ato de doação e de profunda relação com a vontade de Deus. O Pe Kentenich soube como poucos interpretar a vontade de Deus em sua vida e ser capaz de dar os mais profundos saltos na fé.

Em Dachau ele viveu uma vida completamente diferente da esperada: em nenhum momento entregou-se ao desespero ou arrependeu-se de sua decisão, pelo contrário: soube viver a santidade, expandiu a Obra de Schoenstatt e foi capaz de escrever o mais belo livro de orações da Família de Schoenstatt - Rumo ao Céu, entre tantos outros feitos.

“Quem não compreender e não reconhecer o 20 de Janeiro de 1942, não é schoenstatteano. É preciso ver sempre este acontecimento como um ato de fé e como uma incumbência. Se não aproveitarmos os valores de 20 de Janeiro de 1942, Schoenstatt dissolver-se-á.” (PJK)

Em 1945, ele foi libertado do campo de concentração e a partir daí a Família de Schoenstatt passa a viver uma nova fase, mas essa já é uma outra história que pouco a pouco iremos contar.

Este texto foi escrito com base em dados contidos no livro "O 31 de Maio - O terceiro marco" - Pe. Jonathan Niehaus

Jardim de Maria

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Em 1941 o Pe. Kentenich foi levado a prisão em Coblença pela Gestapo, e no dia 23/12 (véspera de Natal) a Ir. Mariengard teve a inspiração de escrever uma carta ao menino Jesus pedindo o milagre da libertação do Pai Fundador. A Irmã superiora fez com que a carta chegasse ao Pe. Kentenich.

A carta dizia:

"Querido menino Jesus, em breve descerás à Terra na noite santa e ainda não te escrevi o que quero que me tragas. Cada ano trazes muitas coisas lindas aos meninos que se portam bem, eu renuncio com gosto todas elas para que o Pai regresse (...) Querido menino Jesus, escuta as nossas súplicas. Faz que voltemos a ver o Pai em muito em breve. Então louvaremos a Ti e à Mãe como fazem os anjos do céu."


O Pai responde, fazendo um jogo de palavras entre Mariengard (pelo nome da Irmã) e Mariengarten (Jardim de Maria em alemão), dizendo:


"Minha querida Mariengard,

Cumprirei o teu desejo quando o teu coração e o coração de toda a nossa fanília se tenha convertido num florescente JARDIM DE MARIA. Portanto, o desejo, o milagre da noite Santa, está nas tuas mãos e nas mãos de todos os filhos de Schoenstatt.

Apressa-te antes que seja demasiado tarde. Ainda tenho muitos projetos para os quais necessito do Pai - o presente, as dificuldades, fazem parte da preparação necessária. Se todos cultivarem bem o seu jardim, eu acelerarei o trabalho de 'cinzelar e limar'. Para teu consolo e tranquilidade, te digo que na cela do pai tem sempre luz e calor. E tem quase tanto trabalho como em Schoenstatt. Recebe muitas visitas diariamente.

Envio-te cordiais saudações e a minha bênção do céu."



As Irmãs assumem o desafio e se mostra um incrível esforço pela Santidade a fim de obter a liberdade do Pe. Kentenich; criou-se assim uma comunidade de corações, de tarefas e de missão entre o Pai e as Irmãs, nasce uma profunda corrente de solidariedade que logo será assumida por toda a Família de Schoenstatt. Tempos depois o Pai definirá o Jardim: "O Jardim de Maria está formado por pequenas Marias que se disporam a Cristo, que são portadoras de Cristo e que dão a luz a Cristo no mundo, e que con Cristo e em Cristo giram em torno a Deus Pai."


O significado do Jardim é que aqui se manifestou um tipo de aspiração a santidade, em que o amor e a solidariedade humanas estão intimamente ligados ao Amor e Solidariedade do plano sobrenatural, em que esse nova comunidade está em, para e com o próximo, exemplificando a Redenção na e pela Cruz, e assim o indivído deve fazer sua plena e heróica entrega filial ao Deus Pai em Cristo Jesus. O 20 de janeiro de 1942 é a máxima expressão do Jardim de Maria.





Aniversário Pe. Kentenich!!!

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Você pode estar se perguntando: mas não é no dia 18/11 o aniversário do PJK?? Eu juro que lembrava dessa data....nada de dia 16... Jufem Atibaia viajando!!!!
Pois é, gente, não estamos não!! O que acontece é que ao longo dos estudos da vida do Pai Fundador foi descoberto que houve um “probleminha” com datas, comum na época. Segue abaixo a explicação e um pouco da vida de nosso querido Pai e Fundador.

A primeira vez que li a respeito dessa informação do dia 16/11 foi no livro “Anos ocultos”, que indico sem medo de errar para quem que conhecer um pouco mais sobre a vida do Padre Kentenich. A leitura é rápida e você mal percebe. Li praticamente em uma tarde. Agora vamos compartilhar a informação. Estava pensando em recorrer ao livro, mas como não tinha em mãos para hoje recorri a outra grande fonte: o Google. Como sempre achei coisas muito interessantes sobre o movimento e o site: http://www.paterkentenich.de/.
Lá bem dividido e resumido vemos algumas coisas importantes sobre o PJK.
Vamos entender então o problema da data e a seguir conhecer o resumo bibliográfico, retirado na íntegra do site já citado:

“O fundador de Schoenstatt nasceu a 16 novembro de 1885, em Gymnich e foi batizado em 19 de novembro com o nome de Pedro José. Seria chamado de José.”
1885
16. de Novembro
O filho de Katharina Kentenich nasce em Gymnich e é batizado com o nome de Pedro José, no dia 19 de novembro na igreja paroquial de São Cuniberto, em Gymnich. Seria chamado de José. No registro de batismo figura como se tivesse nascido a 18 de novembro. Esta data também é encontrada em muitos documentos e biografias. Porém, conforme pesquisas feitas ultimamente, pode-se supor que, na realidade, ele nasceu a 16 de novembro.

1891
Dezembro
Mudança para Estrasburgo. Freqüenta a escola primária, provavelmente desde 29 de dezembro de 1891 até junho de 1892.

1894
12 de Abril
A mãe leva seu filho a Oberhausen e o deixa no orfanato São Vicente.

1897
Domingo de Quasímodo (Domingo da oitava da Páscoa)
Faz a 1ª Comunhão.
Em 24 de setembro recebe a Crisma das mãos do Bispo Auxiliar Dr. Fisher, da cidade de Colônia, na então Igreja do Coração de Jesus (Notkirche), em Oberhausen.

1899
23 de Setembro
O Padre Savels, pároco da Igreja dos Santos Apóstolos, em Colônia, leva José Kentenich a Ehrenbreitstein, perto de Coblenza, à Casa dos Palotinos. Ali, José começa seus estudos humanísticos.

1904
27 de Julho
José Kentenich termina seus estudos humanísticos e recebe o título de bacharel.

1904
24 de Setembro
Com o rito da tomada de hábito, começa o noviciado de 2 anos na Casa-Mãe dos Palotinos em Limburgo, às margens do Lahn. O noviciado finaliza em

1906
24 de Setembro
Primeira profissão.
11 de Outubro
Primeira tonsura.

1906/1907
O irmão Kentenich adoece. Sua enfermidade é de longa duração.

1907
24 de Setembro
Segunda profissão.
11 de Outubro
Recebe as 4 ordens menores.

1908
24 de Setembro
Terceira profissão.

1909
24 de Setembro
Profissão perpétua.
10 de Outubro
É ordenado sub-diácono.

1910
28 de Março
É ordenado diácono.
8 de Julho
É ordenado sacerdote pela imposição das mãos do Monsenhor Vieter, Vigário Apostólico do Camerum.
10 de Julho
Celebra sua primeira missa na Capela da Casa de Missões, em Limburgo. O Padre Provincial Kolb, atua como presbítero assistente e a homilia fica a cargo do Padre Karl Stehr.

1911
18 de Setembro
O Padre Kentenich torna-se professor em Ehrenbreitstein/Coblenza.

1912
8 de Setembro
Mudança para Schoenstatt. A partir de outubro é Diretor Espiritual na Casa de Estudos.
27 de Outubro
O Padre Kentenich faz uma conferência, que posteriormente será chamada Ata de Pré-fundação.
1912/1913
Durante as férias de Natal funda-se a Associação Missionária.

1914
19 de Abril
Fundação da Congregação Mariana da Casa de Estudos de Schoenstatt.
Princípio de agosto
Declaração da Primeira Guerra Mundial.
18 de Outubro
O Padre Kentenich faz uma conferência que é considerada como Ata da Fundação de Schoenstatt. Portanto, 18 de outubro de 1914 constitui o Dia da Fundação do Movimento de Schoenstatt.

1915
2 de Abril
No dia da Sexta-feira Santa de 1915 a Capela de São Miguel, lugar de reuniões da Congregação Mariana, recebe o quadro com a imagem de Maria, que tem por título “Mãe Três Vezes Admirável”.

1919
18 de Julho
O Padre Kentenich é destituído de seu cargo como Diretor Espiritual da Casa de Estudos de Schoenstatt.

1920
Outono
O Padre Kentenich muda-se temporariamente para Engers, no convento de Santo Agostinho.

1935
8 de Julho
Celebração das bodas de prata sacerdotais.

1939
1º de Setembro
Declaração da Segunda Guerra Mundial.

1941
14 de Setembro
Depois que vários colaboradores do Padre Kentenich já haviam sido presos, ele também é interrogado, nesta data, em Schoenstatt, pela Gestapo (Polícia Secreta do Estado).
20 de Setembro
O Padre Kentenich tem de ir a Coblenza para apresentar-se à Gestapo. É interrogado e preso. Começa seu encarceramento de quatro semanas em um calabouço subterrâneo.
21 de Setembro
O Padre Kentenich é interrogado pela segunda vez por um pedido expresso de sua parte. Isto não muda nada quanto a sua prisão subterrânea.
18 de Outubro
Fim da prisão subterrânea.
21 de Outubro
Primeira carta enviada da prisão para Schoenstatt.
13 Dezembro
O Padre Kentenich começa a celebrar a Santa Missa, clandestinamente, no cárcere de Coblenza.

1942
13 de Janeiro
Terceiro interrogatório da Gestapo.
16 de Janeiro
O Padre Kentenich recebe ordem de ser posto em prisão preventiva e feito um exame médico é declarado apto para o campo de concentração.
20 de Janeiro
Pater Kentenich lehnt eine erneute ärztliche Untersuchung ab und entscheidet sich damit indirekt für das Konzentrationslager.
11 de Março
Começa o traslado para Dachau.
13 de Março
Chega a Dachau, na barraca de entrada.
29 de Junho
É enviado a trabalhar no setor de “Desinfecção”.
23 de Agosto
Da barraca de entrada é mandado para a barraca dos sacerdotes poloneses.
13 de Outubro
Da barraca dos sacerdotes polacos é trasladado para a barraca dos clérigos alemães.

1943
19 de Março
Primeira Santa Missa no campo de concentração.

1944
9/10 de Março
Prisão no “bunker para ficar em pé” e interrogatório feito por uma comissão especial da Gestapo.
24 de Setembro
Primeira conferência do ciclo de três, as quais, juntas, constituem na história de Schoenstatt “A Terceira Ata de Fundação”.
18 de Outubro
Segunda conferência da “Terceira Ata de Fundação”, por motivo do 30º aniversário da fundação de Schoenstatt.
8. Dezember
Terceira conferência da “Terceira Ata de Fundação”.

1945
6 de Abril
É libertado do campo de concentração de Dachau. O certificado de libertação já havia sido assinado em 24 de março.
20 de Março
Chegada a Schoenstatt.
15-20 de Outubro
Em Schoenstatt é realizada a primeira semana de outubro como Semana de Gratidão.

1947
14 de Março
O Padre Kentenich é recebido, em audiência privada, pelo Papa Pio XII.
15 de Março
Depois de diversas viagens à Suíça, entre 1945 e 1947, o Padre Kentenich viaja à América do Sul: Brasil, Uruguai, Argentina e Chile. Em 12 de setembro parte do Rio de Janeiro para Roma, chegando a Schoenstatt em 11 de outubro.
20 de Outubro
Nova viagem, primeiro para a Suíça; depois, a 29 de dezembro, parte de Genebra para a África do Sul, chega a Johannesburgo em 31 de dezembro.

1948
4 de Abril
Vôo da África do Sul à América do Sul; primeiro ao Brasil, depois ao Chile.
4 de Junho
Parte do Chile para os Estados Unidos.
6 de Setembro
Vôo de regresso dos Estados Unidos à América do Sul.

1950
19 de Janeiro
Vôo de regresso do Chile, passando pelo Brasil e indo a Roma.
28 de Fevereiro
Depois de ficar algum tempo na Suíça, regressa a Schoenstatt.
8 de Julho
40º aniversário de sua ordenação sacerdotal.

1951
17 de Janeiro
Parte para sua terceira viagem à América do Sul.
Semana Santa
Começo de Visitação Apostólica na Obra de Schoenstatt.
17 de Abril
Vôo de regresso a Roma.
7 de Maio
Regresso a Schoenstatt.
22 de Outubro
Despedida de Schoenstatt, indo primeiro para a Suíça, depois, em 23 de novembro, a Roma.

1952
16 de Janeiro
Viaja para a Suíça e, dali, em 17 de janeiro, parte de Zurique para a América do Sul.
20 de Junho
Vôo de Santiago do Chile a Milwaukee, Estados Unidos, onde chega a 21 de junho.

1953
3 de Agosto
Finaliza a Visitação Apostólica a Obra de Schoenstatt.

1955
18 de Novembro
Celebração dos setenta anos do nascimento do Padre Kentenich, em Milwaukee.

1956
24 de Setembro
Bodas de ouro da profissão do Padre Kentenich.

1959
Páscoa
Na Páscoa deste ano o Padre Kentenich é designado Diretor Espiritual dos paroquianos de fala alemã em Milwaukee. Desempenha este cargo até sua partida em 16 de setembro de 1965.

1960
8 de Julho
Bodas de ouro sacerdotais.

1964
18 de Outubro
50º aniversário da existência de Schoenstatt.

1965
16 de Setembro
Partida de Milwaukee para Roma, onde chega a 17 de setembro.
20 de Outubro
A assembléia plenária dos cardeais do Santo Ofício revoga todas as resoluções sobre o Padre Kentenich. Em 22 de outubro o Papa Paulo VI confirma as resoluções dos cardeais.
16. November
O Padre Kentenich é admitido no clero da diocese de Munique pelo Monsenhor Joseph Höffner.
18. November
Celebração do 80º aniversário de nascimento do Padre Kentenich.
22 de Dezembro
O Padre Kentenich é recebido em audiência pelo Papa Paulo VI.
24 de Dezembro
Volta a Schoenstatt.

1966
13 de Janeiro até 11 de Fevereiro
Estadia em Roma.
9 de Março
Regressa a Schoenstatt.

1967
16 de Julho
Viagem a Dachau por motivo da celebração dos 25 anos da fundação dos Irmãos de Maria de Schoenstatt e da Obra das Famílias.

1968
Domingo, 15 de Setembro
Pela manhã, pouco depois das 7 horas, o Padre Kentenich falece, na sacristia da recém construída Igreja da Trindade (Igreja da Adoração) no Monte Schoenstatt. Acabara de celebrar a Santa Missa pela primeira vez na nova igreja.
20 de Setembro
Enterro no lugar de seu falecimento.



Jaqueline - Créditos todos ao site http://www.paterkentenich.de

Mais um ano sem nosso Pai

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Querida Juventude, segue uma matéria retirada na íntegra do blog do pessoal da Família de Schoenstatt de Aveiro, Portugal. Vale a pena conferir esse texto e o blog todo, sempre muito bem atualizado e com vários textos bacanas! Fiquem de olho!!



Hoje dia 15 de Setembro, celebra-se o 42º aniversário da morte do Padre Kentenich, ocorrida no ano de 1968.

Com efeito, nesse dia (Domingo) em que a Igreja celebra a Festa de Nossa Senhora das Dores, o Padre Kentenich, após celebrar a Missa das 06 h 15 m, na Igreja da Adoração em Schoenstatt, partiu para o Pai.

Os momentos que antecederam a sua morte, são já conhecidos. Falamos hoje, um pouco sobre o que aconteceu após a sua morte.

O corpo do Padre Kentenich ficou na sacristia, no lugar onde morrera, deitado no piso de pedra, até às 10 horas da manhã, desse mesmo dia.

Foi revestido com os paramentos sacerdotais: uma linda casula branca, utilizada somente na solenidade da Incorporação perpétua das Irmãs de Maria. Depois, o caixão foi levado para a Igreja da Adoração e colocado diante do altar-mor, ficando de frente para a nave da igreja.

Seis grandes candelabros ardiam constantemente ao seu lado e muitas flores estavam colocadas à sua volta, especialmente açucenas e rosas.

Com a notícia da sua morte, começaram a aparecer peregrinos oriundos de muitas partes, exigindo assim que começasse a ser feito um controle nas entradas na igreja, para que todos pudessem aproximar-se do corpo do nosso Pai e Fundador.

Nesse mesmo dia, pelas 17 h 30 m o Padre Menningen celebrou a primeira Santa Missa de sufrágio. Com a voz embargada pela emoção, Padre Menningen teve que interromper a leitura.



O Padre Ângelo Strada (Postulador da Causa de Canonização do Padre Kentenich), proferiu em 15 de Setembro de 2007, na Igreja da Adoração em Schoenstatt (onde faleceu o Pai e Fundador) uma homilia, donde destacamos as seguintes passagens:

“Hoje é um dia de grata memória. O Deus vivo operou claramente nos momentos da morte de nosso Fundador, como amiúde, na história de nossa Família. De facto, as circunstâncias concretas desta morte dão testemunho de tal actuação. Pode-se pensar numa melhor hora para o seu regresso à casa do Pai?

Imediatamente a seguir à celebração eucarística, na igreja, cuja construção ele mesmo havia desejado, acompanhado por centenas de membros de sua Família, num domingo, dia do Senhor ressuscitado, numa festa de Nossa Senhora?

Disposições de Deus, cuja profundidade e significado talvez ainda não deciframos; os gestos derradeiros de nosso Fundador foram a bênção de terços e o cordial convite para o almoço, feito a dois sacerdotes. Ele que vivera modestamente, sem qualquer busca de honra e reconhecimento, vem a falecer em silêncio, sem grandes palavras. Ele que a todas as almas oferecera o seu coração em amor abnegado, vem a falecer de paragem cardíaca.

A grata memória de nosso Pai Fundador é um apelo que nos é dirigido.

Com ele somos chamados a colocar a mão no pulso do nosso tempo e aguçar nossa visão para os múltiplos desafios; é certamente o melhor meio contra o entorpecimento, rotina ou um circundar infecundo em torno de si mesmo. Queiram os grandes horizontes que nos foram indicados pelo nosso Fundador, despertar em nós criatividade e novo entusiasmo; temos necessidade deles na caminhada rumo a 2014. E, na mesma medida, temos necessidade de alento e perseverança para os pequenos passos que nos são exigidos para a realização da missão. Roguemos hoje a nosso Pai Fundador que permaneça a nosso lado e caminhe sempre connosco.”


Fonte:

Fami e Paulo

Nota: Na elaboração deste trabalho foram utilizados excertos do livro "Movimento Apostólico de Schoenstatt - Introdução Histórica - 2º Volume - Autor: Padre Victor Trevisan. http://schoenstatt50aveiro.blogspot.com/

Ano Sacerdotal e PAI FUNDADOR

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JUFEM Atibaia e do Brasil, como todas pudemos acompanhar, o "Ano Sacerdotal" já chegou ao fim!
Todas nós conseguimos acompanhar bem este momento tão especial da Igreja?

Ainda dá tempo de ficar "por dentro"!!
Como não podia ser diferente, a Divina Providência nos concedeu a graça de conciliar o Ano Sacerdotal com a comemoração do aniversário de 100 anos de Ordenação Sacerdotal do Pai Fundador! Super bacana, né?! Sim... Esse é um ano muito especial pra nós Schoenstattianos porque temos esta comemoração tão significativa!... Não é só mais um "aniversário", é o momento de olharmos a figura do Pai como Sacerdote!

Vamos entender um pouco do Ano Sacerdotal e também do Centenário de Ordenação do Pai?

O Ano Sacerdotal foi convocado pelo Papa Bento XVI por ocasião do aniversário de morte do Santo Cura D'ars (padroeiro dos sacerdotes) de 19 de junho de 2009 a 19 de junho de 2010, cujo tema foi "Fidelidade de Cristo, Fidelidade do Sacerdote". Durante todo este ano, católicos do mundo inteiro rezaram pela missão dos sacerdotes! Sentimos o quanto precisamos acompanhar os padres do mundo inteiro com nossas orações... Vimos que mesmo diante de todas as "polêmicas" e fatos degradantes gerados a partir da figura de diversos sacerdotes, a grandeza de nossa fé supera isto e gera um sentimento de reconhecimento da necessidade de oração.

Além disso, agora, no dia 8 de julho de 2010 comemoramos os 100 anos de Ordenação Sacerdotal do nosso Fundador!!

Padre Dresbach, companheiro do Pe. Kentenich no Campo de Concentração de Dachau, revela:
O Senhor Padre “vive nos corações e sabe de todos os problemas que eles carregam. Sabe sorrir e o faz muitas vezes, porém, nunca perdendo a profundidade. Sua pessoa sempre irradia uma luminosa alegria, como se percebe em poucos. (...) Com a alegria, ele pôde abrir corações e muitas vezes, bastava uma palavra sua, para produzir um efeito mágico nas pessoas (...)”

“Em Dachau, havia um sacerdote que reclamava de tudo, até daquilo que o Senhor Padre fazia. Certa vez, disse isso ao próprio Senhor Padre. Este lhe respondeu, do modo mais amigável possível, e lhe deu razão em tudo o que podia. Sempre que o via, o Senhor Padre lhe dirigia palavras bondosas. O amor acolhedor do Senhor Padre transformou esse sacerdote... É admirável como ele se adapta a cada um. Às vezes, com uma simples palavra, toca o coração de uma pessoa e a transforma totalmente."

É uma imensa alegria poder pertencer a geração que comemora este jubileu tão especial!

Por isso, a Família de Schoenstatt da nossa Diocese está organizando uma missa em comemoração a esta data e uma Confraternização em Família para este momento! Não perca esta pizzada...

DATA: 12 de julho de 2010 (Segunda feira)

HORARIO: 19h30

LOCAL: Santuário da Permanente Presença do Pai - ATIBAIA

Convites: R$10,00 (Pizza + Refrigerante) - Comprar com Marina.

E tem mais comemoração por aí...

No dia 10 de julho (sábado) a Família de Schoenstatt da Paróquia São João Batista (incluindo toda a JUFEM ATIBAIA) estará reunida na missa das 19h para participar de um momento de ação de graças pelo Centenário de Ordenação Sacerdotal do PJK, com o objetivo de rezar por todos os sacerdotes (principalmente nosso pároco, Mons. Giovani e também Pe. Rafael) e divulgar nosso Movimento e nosso Fundador para a Comunidade! Este projeto está sendo desenvolvido em diversas paróquias da Diocese e já podemos ouvir muitos frutos sendo gerados... O material utilizado para este momento está muito rico e, é também para nós um momento de conhecer melhor a pessoa do nosso Fundador. Estejamos todas lá!

Rezemos:

Oração para Canonização do Padre José Kentenich:

Deus Pai todo-poderoso,

És o amor e a misericórdia.

Somente Tu, como Pai onisciente, compreendes tudo o que se passa em mim. Ajuda-me, Pai de bondade, nesta minha grande aflição. Atende-me por intermédio do Pe. José Kentenich. Como fiel sacerdote ele amou tanto a Tua igreja peregrina e procurou conduzir todos os que dele se aproximavam a um amor pessoal a Ti. Foi sábio e humilde conselheiro para todos os que dele precisaram. Concede-me, Pai eterno, por intercessão do Pe. José Kentenich, especialmente a graça (...). Em sinal de gratidão, eu Te ofereço o precioso sangue de Cristo, nas intenções da Santa Igreja e por todos os que se encontram em grande aflição. Querida Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, roga ao Pai Eterno, que conceda ao Pe. José Kentenich a honra dos altares, como recompensa por todo o bem que fez à Igreja, para Teu louvor e a glória da Santíssima Trindade.

Amém.


Fonte: Depoimento do Pe. Dresbach, site da Campanha da Mãe Peregrina, data: 2/7/2010

Marina Cruz - Jufem Atibaia

31 de Maio

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Para compreendermos o que ocorreu no dia 31 de Maio de 1949, temos que nos aprofundar um pouco no histórico de Schoenstatt: por volta de 1914, o Padre José Kentenich (1885-1968) demonstrou fortemente sua especial e constante preocupação pela caminhada da Igreja, que vinha enfrentando uma forte crise. Ele, com grande interioridade, se sentia chamado por Deus a ajudá-la.

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Por isso, no dia 18 de Outubro de 1914, fez um pedido à Mãe de Deus na pequena capelinha de São Miguel, no vale de Schoenstatt: convidou-a a estabelecer-se naquele lugar, para que Ela educasse homens e mulheres que, como seus instrumentos, formassem um novo Cristianismo, uma resposta às grandes interrogações do mundo atual.

Naquele dia nasceu a Família de Schoenstatt.

Deus se fez presente através de Maria, mas também todos nós estivemos representados; o próprio Pe. Kentenich contou, alguns dias antes de morrer, que conscientemente incluiu naquele ato de fundação todos aqueles que algum dia quisessem seguir os seus passos, consagrando-se dessa maneira a Maria. Ela não "apareceu" para dizer que aceitara o convite, mas com o tempo a confirmação de que estava habitando o pequeno Santuário se tornou óbvia: via-se claramente os frutos de santidade nos jovens, e o Santuário de Schoenstatt transformou-se num lugar de peregrinação e de graças para toda a Alemanha e muito mais além...'

Algum tempo depois, em 20 de Janeiro de 1942, nosso Fundador foi mandado ao Campo de Concentração de Dachau por não aceitar as idéias de Adolf Hitler, ficando ali até o final da 2ª Guerra Mundial, no ano de 1945 (ficou preso por 3 anos e 7 meses).











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Ao voltar de Dachau a
Schoenstatt, mesmo com a saúde abalada devido aos horrores que sofreu durante sua permanência no campo de concentração, não deixou-se acomodar: continuou incansavelmente seu trabalho apostólico, conferindo palestras, retiros, escrevendo livros, e até mesmo, empreendeu algumas viagens pelos países onde o Movimento foi-se espalhando.


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Em 1949, visitou a América Latina, abençoando no dia 20 de Maio o primeiro Santuário filial do Chile, em Bellavista – Santiago (cópia fiel do original de Schoenstatt), onde colocou sobre o altar, no dia 31 deste mesmo mês, a primeira parte de sua carta-resposta à alguns Bispos da Alemanha, em relação às objeções que um deles havia feito à Família de Schoenstatt e ao Instituto das Irmãs de Maria – o primeiro Instituto Secular de vida consagrada a ser fundado pelo Padre José Kentenich.


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Essas objeções não eram secundárias, e segundo nosso Fundador, tratavam com vigor do grande desafio que a Igreja tinha para o mundo atual. Ao fazer este ato simbólico, de colocar sua carta sobre o altar, pôs nas mãos de Maria, a Mãe e Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt, esta "batalha santa".


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Na carta explicou a proposta de Schoenstatt: a criação de uma corrente de vida que vivesse os valores do cristianismo de uma maneira mais orgânica e em harmonia com as realidades do homem atual, capaz de opor-se ao pensar e viver doente que o homem se encontrava devido às grandes transformações que o mundo vinha sofrendo.

Na prática, proferiu como "ato do 31 de Maio de 1949", no Santuário de Bellavista, um convite à todos Santuários Filiais, que estavam surgindo em várias partes do mundo, a voltarem-se para o Santuário Original e assim ajudá-lo a cumprir esta tarefa de renovação do mundo, pois ali estava presente a Santíssima Virgem, e Ela necessitava de instrumentos humanos para isso:

"Nada sem Ti, nada sem Nós!"

Ele se sentiu impulsionado a iniciar esta "cruzada santa" porque queria ajudar a Igreja a resgatar os valores cristãos, e para isso, confiou na Aliança de Amor com Maria selada no Santuário Original, e na maturidade de vida alcançada pelos membros do Movimento.

Nosso fundador se aventurou ao dar este passo, e sabia disso. Era uma "ousadia" querer transformar o pensamento da Igreja naquele tempo... Ele tinha consciência de que dificilmente seria compreendido pelas autoridades eclesiais, mas confiou até o fim na Divina Providência.

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"Temos que pensar em Davi enfrentando-se com Golias... Se não contarmos com a boa vontade da Santíssima Virgem, nunca nos atreveríamos a dar este arriscado passo..." (Prática do 31 de Maio).
















Foi este passo, o
envio de sua carta-resposta – começada no dia 31 de Maio, o desencadeamento de inúmeras dificuldades para o Pai Fundador perante a Igreja, cuja decisão foi notificar o seu desterro a Milwaukee (1951 - Estados Unidos), onde ficou por 14 anos. Ela queria com isso, analisar se Schoenstatt era uma obra com origem divina ou humana.

Para a Família de Schoenstatt, esta data é comemorada com muita expressão, porque a partir do Exílio de nosso Pai Fundador, os membros do Movimento se dispuseram a assumir sua proposta em suas vidas, o que gerou muitos frutos para a obra, principalmente o crescimento das aspirações em relação à Aliança de Amor.

Como estímulo pela passagem destes anos de história, peçamos à Deus Pai que nos mantenha sempre fiéis à Aliança de Amor, para que possamos proclamar, nas palavras de nosso Pai Fundador...


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Com confiança e vitoriosidade...

"Mater Perfectam Habebit Curam!"

"A Mãe de Deus cuidará perfeitamente!"

"Tua res agitur! Clarifica-te!"

"Se trata de tua missão, portanto, glorifica-te a Ti e a tua obra!"

















Fonte:http://schoenstatt.vilabol.uol.com.br/31demaio.htm
Texto: Ana Beatriz
Material de Apoio: "Meu amigo, o Padre Kentenich" - C. M. Bercetche
"La Cruz de La Unidad - Su Llegada al Santuario Original" - Pe. Benjamín Pereira